Comunicado Oficial

A Transa Transporte Coletivo esclarece que entrou com ação judicial em abril de 2016, solicitando uma liminar com produção antecipada de provas para o reajuste da tarifa. Na ocasião, o juiz nomeou um perito para que fosse realizado o estudo do valor real da tarifa do município. Esse processo ainda não foi julgado, o juiz apenas indeferiu o reajuste imediato. A movimentação natural do processo judicial gerou muitas especulações na mídia trirriense. Esta nota vem esclarecer os pontos indagados pela sociedade diante do que foi noticiado.

Em outubro de 2007, o valor da tarifa era R$1,75. Em março de 2009, foi reduzida para R$1,50. Em junho de 2011, houve o reajuste de 10 centavos, passando para R$ 1,60. Quatro anos depois, em março de 2015, voltou para o mesmo valor de 2007, ou seja, R$1,75, que permanece até hoje. Em janeiro de 2009 o salário mínimo era de R$ 465,00 Em janeiro de 2016 o salário mínimo é de R$ 880,00, uma variação de 89,24%

A Transa Transporte Coletivo entende que, se o reajuste fosse concedido anualmente, nesses oito anos, o impacto financeiro deste momento não existiria e a tarifa estaria próximo ao valor real e justo para a empresa continuar investindo em melhorias para a população.

Atualmente, a Transa Transporte tem encontrado grande dificuldade em honrar seus compromissos. Pela primeira vez nesses 39 anos de história, em 2016, a empresa não pôde conceder reajuste para os funcionários conforme o dissídio dos rodoviários. No entanto, como uma família, junto com sua equipe, a empresa continua atendendo com qualidade todos os seus clientes, indo a todos os bairros, em todos os horários.

A Transa está em crise há 8 anos e vem sofrendo com reajustes nos preços de combustível, pneus, peças, impostos, mão de obra, luz, água. Diante dessa realidade, foi necessária a redução no investimento da infraestrutura, da frota, de projetos sociais, projetos internos e treinamentos da equipe.

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